Aturdido (Marcio Erino Ochner)

Ecos sinuosos de manuseio manhoso,
borboleteiam sobre a cabeça mecanicamente pensante…
saboreando o gosto amargo do metal batido…
sorvido em pequenas moléculas postas em um limitado frasco…
num pressionar de dedos, coagindo, libero a tampa…

Solução contínua, escorrega numa fração metálica,
promovendo ação inversa ao ato impensável tomado provisoriamente…
Pressionado por impulsos… tão pensante corpo promove recuo num expurgo atômico o maldito carcomido…

 

 

 

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Uma resposta para Aturdido (Marcio Erino Ochner)

  1. Vana disse:

    Me deixou aturdida!

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