Tempo (Marcio E. Ochner)

Nas horas que cabiam, observava as paredes perdidas ao movimento do tempo, desconcretavam-se virando areia…
Das folhas verdejantes que se abriam ali em caminhos fissurosos, desconstruíam o homem, sem ele mesmo notar.
Cada tijolo vibrava ao novo dia, perdendo sua cor majestosa, pela imponência solar.
Cada vivente que passava ali, nem o viam-no passar…
Pois o tempo estava ocupado, trabalhando na massa nuclear.

Anúncios
Esse post foi publicado em Versos e marcado , , . Guardar link permanente.

O que tens a dizer sobre o post?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s